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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Moradores da Cidade Kemel, em Poá, querem mais segurança


Eles reclamam de roubos constantes no bairro e falta de policiamento.
PM afirma que policiamento ostensivo é feito com planejamento estratégico.


Os moradores do bairro Cidade Kemel, em Poá, estão assustados com os assaltos constantes. Eles reclamam que a abordagem dos ladrões ocorre dia e noite e em casas e comércios. A comunidade se queixa da falta de policiamento.
Fabiano Roberto Francisco da Silva conta que foi assaltado no final de junho quando seguia para o trabalho. “Eu estava na rua de casa e dois homens em uma moto me abordaram.” Ele diz que os roubos estão acontecendo em várias ruas do bairro, como Felipe Camarão, Minas Gerais, Âlcantara e também no Perracine.
Alice Cristina da Silva também mora na Cidade Kemel e foi assaltada há cinco meses por dois rapazes de moto. “Eu ia trabalhar e quando sai de casa já vi os motoqueiros. Mas fiquei com medo de voltar e eles entrarem em casa. Então, segui pela rua. Eu estava com o celular na mão. Dei uns dez passos e a moto parou. Um deles sacou a arma e anunciou o assalto.”
Ela diz ainda que as pessoas que costumam caminhar pelo bairro de manhã estão andando mais rápido com medo dos assaltos. Assim como Silva, Alice afirma que é raro ver viaturas da Polícia Militar circulando pelo bairro. “Às vezes a gente vê polícia à noite, mas de manhã não. Eu moro na Cidade Kemel há 16 anos e há dois anos os assaltos estão frequentes. E esse ano está demais.”
Uma comerciante, que por medo prefere não se identificar, afirma foi já foi assaltada três vezes. Uma esse ano e outras duas no ano passado. O comércio fica na casa dela, na esquina das ruas Felipe Camarão e Brigadeiro Tobias. “Eles chegam armados e levam o que está no caixa. E é muito raro passar uma viatura pelo bairro”, informa a vítima.
Ocorrências
De acordo com dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública, em Poá de janeiro a maio foram registradas 440 ocorrências de roubo. Nesse período, fevereiro foi o mês com mais ocorrências, sendo 96. No mesmo período do ano passado foram registrados 339 casos de roubo. O crescimento de um ano para o outro foi de 29,7%.
Segurança
O 32º Batalhão da Polícia Militar informou que o policiamento na área central é feito pela 2ª Companhia. Segundo a PM, “o planejamento do policiamento ostensivo e preventivo é realizado por meio de planejamento estratégico, da análise dos índices criminais e do emprego do efetivo operacional através dos Programas de Policiamento: Radiopatrulhamento (190), Policiamento Comunitário (Base Comunitária Móvel - BCM), Força Tática, ROCAM (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas), Policiamento com Apoio de Cães (Canil) e o efetivo utilizado DEJEM (Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar).”
A PM destacou que em consulta ao seu banco de dados não encontrou o registro de roubos a estabelecimento comercial nas ruas Felipe Camarão, Brigadeiro Tobias e Minas Gerais.
Ainda de acordo com a PM, de 1º de janeiro até 31 de maio deste ano houve a apreensão de mais de 15 quilos de drogas, 84 pessoas presas ou apreendidas (no caso de adolescentes), 18 recapturas de procurados pela Justiça e 15 armas de fogo apreendidas em Poá.

Fonte: G1
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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Homem levanta carro estacionado em ciclovia de SP com as próprias mãos (VÍDEO)


Aparentemente, 400 kg não foram problema para este ciclista no trecho da ciclovia próxima ao Parque Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. Incomodado com o Fiat Uno estacionado no meio do caminho, ele, sozinho, removeu o veículo que estava estacionado na faixa.
O público em volta ficou impressionado e aplaudiu a atitude do cidadão, que, ao deixar o caminho livre, subiu novamente na bicicleta e continuou a atividade.
Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfico), estacionar sobre a ciclovia é uma infração considerada grave. O motorista pode levar multa de R$ 127,69 e cinco pontos na CNH.



Fonte: Brasil Post
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terça-feira, 4 de agosto de 2015

Jô Soares bate forte em Aécio Neves



Com o programa passando cada vez mais tarde e com cortes de platéia, Jô Soares parece estar ao lado oposto da Globo. Em um curto período de tempo, Jô Soares parece ir contra a corrente na Globo, ele está defende Dilma Rousseff.

Durante um debate em seu programa com a jornalista Ana Maria Tahan, Jô Soares criticou duramente os que defendem o impeachment da presidenta Dilma Rousseff:
“Agora eu tenho muito medo dessa vitimização da presidente da República. Eu acho isso meio inconcebível”, disse Jô. “Em qual sentido?”, perguntou Ana Maria. “No sentido de que estão fazendo dela uma vítima de uma Eleição que foi absolutamente legítima”, respondeu o apresentador. “Me desculpa, Jô, mas ela está pagando pelos erros dela mesma”, retrucou a jornalista. “Mas isso vale o ‘Fora Dilma’?”, questionou o apresentador. “Jô, tem gente que pensa de toda forma. [O direito de] se manifestar está garantido pela Constituição”, respondeu em seguida.

Posteriormente, ela disse que “foi uma eleição também onde as pessoas perceberam que foram enganadas um mês depois no discurso. A presidente fez alhos e bugalhos. A conta de luz mais do que dobrou”. E ele rebateu novamente: “Ah, eu não acho. Todo mundo sabia o que ia acontecer. Uma jornalista tão bem informada…”.

Tempos atrás, a jornalista Lilian Witte Fibe citou a “roubalheira” para justificar um possível impedimento de Dilma e foi retrucada pelo apresentador. No mesmo dia, o apresentador criticou a paranoia que vê “bolivarianismo” até debaixo da cama.
Ana Maria Tahan, que também defende o impeachment da presidente, comparou os períodos Collor e Dilma e disse que o ‘Brasil sobrevive a tudo’. Jô discordou. “O Brasil vivia um outro momento [na época de Collor], era uma coisa inteiramente nova no Brasil acontecer isso, os caras pintadas na rua… isso sim teve uma repercussão positiva no mundo inteiro. Mas um impeachment, hoje, da nossa presidente, que acabou de ser reeleita, é golpe. Pra mim é golpe”.
Em outro episódio emblemático, o apresentador ficou indignado com um jovem que gritou “Viva Bolsonaro!” na plateia de seu programa. “Quem foi que gritou esse absurdo?”, questionou Jô. 

Críticas ao Senador Aécio Neves
Sobre as reiteradas tentativas do tucano em promover o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, ele foi taxativo: “Como é que o político que foi secretário do Tancredo, neto do Tancredo, secretário quando tinha vinte anos, não aprendeu ainda nada sobre política? Parece uma coisa de República de Patetas. O Fernando Henrique não tinha nem que se pronunciar, nem ninguém, porque é um absurdo tão grande. Foram procurar juristas!”.


Jô ironizou a postura de Aécio diante da situação, ao tentar, de todas as formas, derrubar uma adversária que foi eleita democraticamente. “Foi um candidato que teve uma quantidade de votos expressiva e sai falando uma bobagem dessa. O que ele pensa? Que tira a Dilma e vão botar ele? É isso que ele achava?”, destacou.

Assista o vídeo.



Fonte: O polêmico
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Exército simula ocupar a Sabesp


O Exército brasileiro ocupou na manhã do dia 27/05/2015 as dependências da Sabesp, no bairro de Pinheiros, na zona Oeste de São Paulo. Cerca de 70 militares armados estudam o perímetro e o interior do recinto "para uma eventual necessidade de ocupação, em caso de crise", segundo o comunicado interno enviado pela companhia aos seus funcionários. O conceito de "crise" não foi esclarecido pela Sabesp, mas funcionários explicaram a este jornal que é conhecido e comentado o temor por possíveis revoltas populares ou tentativas de invasão no local, se a crise hídrica que enfrenta São Paulo se agravar ainda neste ano. O Exército considera esta operação no contexto de segurança nacional e qualifica a sede da Sabesp como "área estratégica".

Na porta da companhia, dois funcionários comentavam a ostensiva presença dos militares no local. Um deles, embora tenha sido avisado nesta terça-feira, levou um susto bem de manhã ao guardar sua marmita no refeitório, onde encontrou mais de 30 homens armados com metralhadoras. O Exército chegou por volta das 6h e prevê continuar as manobras até as 19h. O trabalho de reconhecimento dos militares está sendo realizado, mais discretamente, desde o dia 25.
A Sabesp informa que, a exceção do ano passado, esse tipo de manobra tem sido feita em outras dependências da companhia e em estações de tratamento de água há 15 anos. Consultados por EL PAÍS, três ex-funcionários da companhia com mais de 25 anos de crachá da empresa disseram nunca terem visto nada parecido. O Comando Militar do Sudeste afirma que enviou um efetivo de 100 militares para o Adestramento em Operações de Garantia da Lei e da Ordem "de acordo com o planejamento normal do ano de instrução" dos soldados. "Não há correlação com a crise hídrica, hoje foi aí, como amanhã pode ser em torres de telecomunicações ou de energia elétrica", afirmou a assessoria do Comando.
O Exército já tinha demonstrado sua preocupação pelo agravamento da crise hídrica e o caos social que poderia se desatar diante cortes prolongados no fornecimento de água. No dia 28 de abril, o Comando Militar do Sudeste, que coordena esta operação, celebrou na sua sede a primeira palestra com a crise hídrica como assunto. No evento, o diretor metropolitano da Sabesp, Paulo Massato, abriu a porta para a possibilidade da água acabar em julho, mas afirmou que a conclusão das obras planejadas pela Sabesp pode garantir o abastecimento até o próximo período de chuvas, em outubro.
A principal dessas obras é a interligação da Represa Billings com o Sistema Alto Tietê e despejará, segundo o governador Geraldo Alckmin e o presidente da companhia Jerson Kelman, um rodízio drástico – de cinco dias sem água por dois com – nos bairros abastecidos pelo Sistema Cantareira. A Sabesp e Governo asseguram que, depois de um atraso de três meses, os trabalhos devem finalizar em setembro e não haverá rodízio.
Fonte: El País
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